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A robotização da pop music – um espelho do século XXI?

25 mar


Acabei de entrar no site da Christina Aguilera e a primeira coisa que eu vi foi uma foto enorme dela editada de uma forma fascinante: metade do seu rosto era humano e metade biônico. Combinava, de fato, com o nome do novo álbum “Bi~on~ic”. Seu olhar sem expressão e a boca curvada pra baixo me lembrou um robô, realmente. Mas não só isso, me lembrou também da cena pop atual, o futurismo e a robotização da música e de seus artistas.

Nos anos 60, Pierre Cardin inovou o mundo da moda criando sua coleção “Cosmos”, composta de roupas futuristas que te faziam dar a sensação de estar num filme de ficção científica, algo meio “2001: Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick. Naquela época, o futurismo era só uma viagem momentânea de um artista, já que a tecnologia não era algo realmente presente no dia-a-dia das pessoas. As coisas não passavam de uma pressuposição de como seria o futuro. A música nos anos 60 era à base do rock’n’roll, a nova mistura de Blues com Country que virou sensação rapidamente com bandas como The Beatles e The Who. As gravações eram de certa forma pobres, já que não existiam equipamentos potentes pra captação de áudio e fabricação de LPs.

Luli Radfahrer, em sua palestra no Almanaque de Criação (em Brasília), disse que a Publicidade e a Propaganda pode ser dividida em 3 fases: do Neandertal até 1910, onde tudo era muito rústico; de 1910 até 2003, onde as coisas começaram a melhorar com o surgimento de novas técnicas; e hoje em dia, onde o digital domina os processos criativos das agências. De certa forma, temos três marcos na história da música atual também:
1) 1950 – Surgimento da febre Rock’n’Roll
2) Final dos anos 90 – Pop Music (Britney Spears, Christina Aguilera, Shakira, etc)
3) 2009 – Lady Gaga.

Lady Gaga? Claro, como não? Quem foi o artista que introduziu esse conceito futurista XXI na música pop? Quem foi o artista que destruiu a pop music dos rostos bonitinhos e das coreografias de boybands em uma pop music condizente com a realidade tecnológica/robótica do nosso século?
E digo mais: quem foi o artista que lançou uma tendência com isso tudo?

A moda é cíclica, todos nós sabemos disso. Quando Pierre Cardin lançou sua coleção futurista nos anos 60, acho que ele não estava fazendo mais do que visualizando um possível futuro em uma realidade diferente, uma realidade marcada ainda pelas amizades duradouras, pelas cartas e pelas conversas na rua no final da tarde. Quando Lady Gaga lançou seus clipes e outfits futuristas em 2009, acho que ela não estava fazendo mais do que mostrando a realidade do século XXI, o que estamos vivendo: a tecnologia envolvendo o ser humano, mesmo que inconscientemente. Christina Aguilera que o diga, biônica.

Qual será o próximo artista que vai seguir a linha “Future Pop” de Lady Gaga? Os críticos poderiam marcar a década de 2010 como a década do “Future Pop”, assim como 1960 foi a década do Rock’n’Roll.

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A-haaaaa!

14 mar

Ouláa! Há tempos eu não dava as caras por aqui, rsrs.. mas é isso ae, I’M BAAACK! 😛

Cês tão sabendo que o A-HA tá fazendo um tour pelo Brasil, né?! Aliás, o último tour da banda pelo mundo, segundo eles #snif. Daí daqui à 5 dias (20 de março) o A-ha fará seu último show aqui no Brasil, fechando sua turnê pelas Américas!





O show aqui em Fortaleza acontecerá no Siará Hall, e os ingressos já estão esgotados fárré’tempo! Pra quem deixou pra última hora se fuuu! Ou vai comprar caríssimo nos cambistas ou vai escutar a cobertura do show pela rádio cidade, LOL!

Como fã que sou, conheço todas as músicas (não), daí eu e o Pedrinho Cd’s tivemos a altruíssima ideia de compartilhar com vocês as músicas, vídeos e letras/traduções do setlist dos show’s passados dessa mesma turnê. Porque é foda chegar no show sem conhecer as músicas né? #facepalm

Pra fazer o download só clicar nos linkzim! 🙂



Música’s

Letras e Traduções

Vídeo-Clip’s:



Foot Of The Mountain
/



Analogue
/

Forever Not Yours /



Summer Moved On
/

Move to Memphis /



Crying In The Rain /

Stay on These Roads /



The Blood That Moves The Body
/

Living Daylights /



Early Morning
/



Scoundrel Days
/

Cry Wolf /

Manhattan Skyline /



I’ve Been Losing You
/



Hunting High And low /



Train Of Thought
/



The sun always shines on tv
/

Take On Me /

Até agora eles não tocaram Velvet, Touchy e You Are The One nos show’s que tiveram nessa turnê, mó sacanagem, sendo que a gente não mereçe isso D:



É isso ae, vamo ouvir as músicas, nos preparar pro show e nos vemos dia 20 (finti)! A-HAAAAAAA! 😀

Mulher, mulé, muié…

8 mar

E ae, negada bonita e saudável [?]! 😀

Fazia tempo que o panz tava deixado de lado e tal… Pedro até voltou com as postagens, isso foi mara. =]

Enfim, to aqui pra fazer uma singela homenagem pras mujeres que leem e as que não leem o nosso tão querido blog. As que leem, podem deixar um comentário… as que não leem, bem…

Enfim[2], leiam com carinho, tá. 😛

É pra vocês, oh.


Mulheres amigas

Mulheres enamoradas

Mulheres solteiras

As casadas e amadas


Shiiii… prestenção no texto…


Mulheres dedicadas

Mulheres preguiçosas

Mulheres peruas

Até as mais vaidosas…


Tá olhando o que?! Meu dia, hoje, po.


Mulheres mães

Mulheres avós

Mulheres sogras

Também merecem o melhor…


A figura é meramente ilustrativa, tá ‘-‘


Mulheres loiras

Mulheres morenas

Mulheres ruivas

Grandes e pequenas


Sou hot, baby.


Mulheres de jeans

Mulheres de vestido

Mulheres de saia

Que nunca perdem a libido.


Não, não é propaganda de sabonete.


Mulheres que falam alto

Mulheres que não choram

Mulheres envergonhadas

Belas rosas que afloram.


Sou a bruxinha mais deeva do mundo, e ai.


Mulheres únicas

Mulheres poderosas

Mulheres mágicas

Deevas glamurosas.


Ain! Hoje é meu dia! Uhuuu!


Mulheres atletas

Mulheres profissionais

Mulheres abusadas

Esquecer? Jamais.


Ownti *-*


Mulheres de sorrisos

Mulheres de alegria

Mulheres todas

Parabéns pelo seu dia.


Beguinhos! =*

Essa é a menage do Panz pra todas vocês, senhoras, senhoritas, donzelas, moças, mulheres, meninas, enfim… O que seria da gente, né…

Beijos, abraços e etc. =]

P.S.: Parabéns, amor! Te amo muito, muito, muito! =*
P.S.2: Fiz a mesma postagem no meu blog, que ce pode encontrar clicando aqui, oh.

4o Festival BNB do Rock Cordel – Cobertura do dia 20

21 jan
Voltando de mais uma maratona de Rock’n’Roll, trago a vocês um pouco de tudo o que rolou nesta quarta, dia 20, no 4º Festival BNB do Rock Cordel.
Assim como a quarta feira passada, esta foi dominada pelo metal em suas várias vertentes.
Começando pela banda cover de Scorpions, Lovedrive, que trouxe ao público as belas e românticas baladas de uma das bandas mais cultuadas do estilo (meu pai que o diga!)
Logo após se apresentou a banda Lightness, influenciada pela vertente do metal gótico e sinfônico, que particularmente eu gosto bastante. Uma apresentação cheia de peso e suavidade na qual se destacaram as vozes afinadas das vocalistas Juliane e Marília.
Em seguida subiu ao palco a banda Monster Cult, formada pelos integrantes da banda Darkside, que se apresentou no festival no dia 13. Neste projeto, os caras revivem canções clássicas do Heavy Metal dos anos 80. Quem assistiu a apresentação deles pode conferir versões cheias de energia das músicas de Motörhead, Saxon, Iron Maiden entre outras. O público, em sua maior parte headbangers de longa data, respondeu à altura.
O teatro lotou pra conferir a My Fair Lady, que marcou sua primeira apresentação no festival. Mesclando peso e melodia, a banda agradou ao público com seu som, fortemente influenciado por bandas como As I Lay Dying, expoente do Metalcore, gênero marcado pela mistura do peso do Metal com as batidas rápidas do Thrash e a gritaria do Hardcore.

(Super-Sayajin mode ON)
Os fãs da banda System Of A Down foram à loucura com a apresentação da banda cover SOAD. Apesar de ter entrado atrasada, a banda recompensou o tempo restante tocando versões fiéis de sucessos da banda norte-americana, como Toxicity e B.Y.O.B. Tanto que, após tocada a ultima música, muita gente não acreditou que o show havia terminado. Sinal de que a banda fez uma ótima apresentação.
Cross of Fear se apresentou em seguida, trazendo um pouco do seu trabalho autoral marcado pela influência do Heavy Metal. Alguns contratempos acabaram interferindo na apresentação da banda: o tecladista não esteve presente, o baterista estava se recuperando de um braço quebrado e um dos guitarristas teve que trocar uma corda da guitarra durante o show (eita zica!). Apesar dos desfalques a banda se saiu muito bem e soube segurar o público até o final.
FUUU.. a corda quebrou! Sessão do descarrego já!
Competência musical é um fator importante para o sucesso de uma banda que se propõe fazer cover de Rush, uma das bandas mais influentes do Rock Progressivo. E a banda Void mostrou na sua apresentação que competência é o que não falta a eles, que tocaram grandes sucessos da banda canadense.
“Chiineela minino”, em inglês, Rush
Na penúltimo show do dia, os headbangers que estavam no festival tomaram uma dose cavalar do autêntico Heavy Metal cearense, com a banda Dose Lethal, bastante conhecida no cenário metal. Os integrantes mostraram que a experiência faz diferença e trouxeram para os fãs uma excelente apresentação.
Casa cheia no encerramento do dia com a banda A Trigger to Forget, veterana do festival (eles se apresentaram em todas as edições) e possuidora de um trabalho maduro, apesar do relativamente pouco tempo de banda. Em um show cheio de peso e vigor, característico do gênero Metalcore, os caras do ATTF mostraram o porquê do sucesso junto ao público.
A segunda semana do 4º Festival Rock Cordel começou com tudo e as bandas de amanhã você já pode conferir na nossa barrinha aí do lado.
E pra quem ficou curioso ou quer conhecer mais sobre as bandas que se apresentaram hoje, vou deixando aqui links para os sites de algumas delas.
Lovedrive
Monster cult
My Fair Lady

Cross Of Fear
Void
Dose Lethal
A Trigger To Forget

3° dia de Rock Cordel: o dia em que o Samba-Rock virou Funk e Steven Tyler tocou aquela do Cinema em Casa.

16 jan

por @paulosena

Eu, do alto de minha vassoura (p.s: estava limpando o quarto), resolvi deixar aqui no blog minhas impressões sobre o 3º dia de Rock Cordel ou o dia em que o Samba-Rock virou Funk e Steven Tyler tocou aquela do Cinema em Casa.
Tradicionalmente, o público do Rock Cordel parte da premissa de que as bandas que iniciam o dia não tem tanta importância e, por isso, acabam deixando de ter algumas “surpresas”. Foi o que aconteceu com Alegoria da Caverna, primeira banda a tocar no 3º dia de festival. Alegoria da Caverna já é bem conhecida do cenário musical cearense, chegando a entrar até no circuito das rádios iniciou com seu som repleto de misturas, uma verdadeira “gororoba pop”. A banda com uma década de existência incorporou novas sonoridades com a entrada de Mateus Enter, responsável pela sonoridade eletrônica da banda. O repertório do trabalho “GororobaPopSemberebaRockTudo” que mistura acústico com eletrônico, funde o gingado da música nacional e seu samba-rock com guitarras pesadas e músicas um pouco mais densas, chegando a fazer visitas até mesmo ao funk carioca, uma mistura bastante dançante e que levanta quem estiver por perto. Quem não viu, perdeu.  (Ainda acho que tinha alguma coisa na “água” do vocalista, Luiz Alberto Zoo).
A 3º banda a se apresentar no palco do Rock Cordel na tarde de ontem foi a Racional Soul. O grupo faz um resgate da cultura Black brasileira tocando um repertório diversificado e levando o público por uma viagem dos anos 70 até os dias de hoje com grandes nomes do funk/soul nacional. Passaram por Jorge Ben, Caetano Veloso e até deram uma nova roupagem à música de El Rey, Roberto Carlos. Tudo isso na voz potente de Anderson Moura que ainda fez referências a Frejat, Seu Jorge e, como não poderia faltar, ele, o mestre da música Black nacional, Tim Maia.
A penúltima banda que tocou com casa cheia e uma platéia empolgada foi a Mama Kin. Pelo visto, a banda já conta com um público fiel de amantes de Aerosmith e do vocalista PH (ou seria o próprio Steven Tyler?). Exagerei na última piada. A banda está reunida desde 2009 fazendo covers de Aerosmith pela cidade e, pode-se dizer, são bastante competentes. De cara, a caracterização da banda impressiona: seus dois guitarristas tocando com suas camisas abertas no maior anos 80 style, e o baixista no melhor estilo Tom Hamilton com seu chapéu estilo country. Porém, o que chamou atenção, de fato, foi a chapinha espetacular, e de fazer inveja a boa parte do público feminino, do vocal PH. Tocando os grandes clássicos do Aerosmith, o Steven Tyler-cabra-da-peste mostrou-se realmente competente quando tocou “Dude Looks like a Lady” e conseguiu alcançar os vocais rasgueados de Steven Tyler. Sem falar na paciência e espírito esportivo pra agüentar o público pedindo pra tocar “a música do filme”. Pedido que foi satisfeito logo no finalzinho da apresentação.
Essa é a 3° edição do Rock Cordel que compareço e, de cara, posso dizer que é uma das mais organizadas.

Balanço do 3º dia de Rock Cordel

16 jan

Pedro Pimpão, que mais tarde estará no show do Nando Reis com a minha namorada, aqui para falar a vocês sobre como foi o terceiro dia do IV Festival BNB Rock Cordel

E foi FODA! _\,,/
E a minha Tecpix vendida pelo Juarez no programa do Nelson Rubens mais uma vez atacou! MUAHAHAHA!
Tipo, peguei meu buzão lotado e cheguei lá bem cedinho pra prestigiar logo o trabalho da primeira banda do dia.
Rockzão pauleira, com tendências humorísticas, mas sem perder a oportunidade de lançar letras sérias, o Alegoria da Caverna abriu o terceiro dia de evento com estilo. Embalou a galera e sua atual formação não deixou de tocar duas músicas das mais conhecidas para finalizar sua apresentação: Mumu de Sabi e 100% Pirado. Show muito bom.

Durante o show eu fui picado por uma muriçoca que tinha um selo de “Made in Sabiaguaba”

Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco! Tô loco!

Logo após, com todo seu estilo Folk, a banda Igualdade Social entrou em cena, com suas letras engajadas e estilo próprio. O black power e o vocal de Levyshow truaram e fez a galera aplaudir suas músicas.

Black power headbanger! _\,,/

Além do Black Power do vocalista, as letras e os estilo das músicas chamaram a atenção!

Pra continuar a putaria, entrou no palco o grupo de Rock Soul Racional Soul, tocando de Jorge Ben Jor a Tihuana. O grupo é muito bom, tem um tecladista que eu tenho certeza que estuda pelas bandas da UFC (tenho certeza que já o vi por lá u.u). A platéia cantou os grande sucessos na voz do vocalista Anderson Moura e vi muita gente dançando também, uns requebrando timidamente, outras muito O.o O show foi do balacobaco.

Pessoal viajando ao som do Soul.

Na minha sincera opinião, o baixista Gustavo Portela foi o destaque da banda. ^^

A banda Soul de Calçada por algum motivo que eu desconheço não se apresentou, mas após uma pequena demora apresentou-se o grupo que mais fez as pessoas do Centro Cultural Banco do Nordeste balançarem o esqueleto nesse auspicioso dia 15 de janeiro…

O Ska Brothers chegou chegando, com um time de músicos grandão se comprado com os outros grupos que participam do evento. Os metais, a batera, a guitarra, o baixo, o teclado e o vocal estavam em completa harmonia para trazer ao público os clássicos do Ska e músicas que eles mesmo quiseram tocar lá. Como o vocalista Davi mesmo disse: “A gente tá aqui por que a gente toca o que a gente quer!” #soufodaprontofalei

Bandazona destamainzão! \____o____/

Mexendo as cadeiras, broto!

Depois de suar a camisa com esse ritmo quente e envolvente (ui!), veio ao palco o cantor Parahyba e a Cia. Bate Palmas, mostrando todo o seu repertório regionalista e demonstrou também uma demonstração de seu Rap de Repente. Digno! u.u

Oi, bate o pé, bate o pé, bate o pé!

A demonstração de Rap + Repente foi deveras interessante!

E aí veio o cover do dia. Com as letras e os acordes consagrados pelo Aerosmith, o Mama Kin, primeiro cover da banda em terras alencarinas, segundo palavras do vocalista, levou muita gente ao delírio, tocando desde as músicas mais pesadas de outrora até as mais lights do grupo.

“Toca aquela do filme! Aquela do filme do meteoro!” – bravejou a platéia!

Bate cabelo feeelings!

Logo após o cover de Aerosmith, ia entrar o cover do U2. A banda The Fly acabou por não se apresentar devido ao fato (algumas fontes dizem, ao menos) que o baterista parece que se acidentou. Não temos maiores informações sobre o caso [/barrapesada] [/cidade190]

Devido a esse problema, quem entrou mais cedo no evento e finalizou o dia de shows no Centro Cultural Banco do Nordeste foi o cantor piauiense Emerson Boy, com suas músicas tradicionais fez a galera cantar e se divertir. Ele fechou o terceiro dia de Rock Cordel com chave de ouro (a expressão, nãs a cachaça ;D fikdik)

Brilha muito no cavaco!

“Niède Guidon! Niède Guidon! Niède Guidon!”

E assim foi o terceiro dia do IV Festival BNB Rock Cordel.

Voltei pra casa com a cabeça explodindo de dor! O evento foi muito massa, tão massa, que meu cérebro quase vira papa! ^^
O Rock Cordel não para, amigos da Rede Panz e Pimba! \o/
E nós estaremos lá, panzepimbando até dizer chega! somosfoda/
Até mais ver!
BeijosmeliguemeAmanda,muitoobrigadoporcuidardemim,meuamor.Euteamo!
*Câmbio e dirligo*

E no 2º dia de Rock Cordel…

15 jan

Pedrinho in Rock Cordel Feelings, apaixonado pela minha pequenina, aqui para trazer a vocês reles palavras que tentam em vão descrever o quão supimpa foi o segundo dia do IV Festival BNB Rock Cordel

Bem, munido de minha fidedigna Tecpix da Tecnomania (comprada em 48 vezes no carnê, com um preço que sai mais barato do que um cafézinho por dia [e, sim, eu fui um dos 50 primeiros fodões a ligar e a ganhar desconto no frete #soufodaprontofalei]), adentrei no Centro Cultural Banco do Nordeste com o intuito de ajudar na cobertura desse evento massa, com essa vibe boa chamado Rock Cordel.
[Lembrando que todas as fotos que você vai ver nessa postagem e muitas outras além delas você encontra no nosso maravilindo Photobucket!]
Bem, a maratona musical começou ao meio dia, com a apresentação da banda Olhos de Sofia e seu pop rock que se embebeda na fonte musical de bandas estilo Fall Out Boys, Panic at the Disco e My Chemical Romance, usando de letras românticas, um som um tanto quanto pesado e com direito a certos guturais.
E depois, eles ainda foram merendar no Duda’s Burguer, ó! “Ok Ok, eu aumento mas não invento!”

Depois, veio a banda Singular, grupo de músicos que foi criado em 1998 e possui como estilo musical o bom e velho pop rock, com boas passadas pelo campo do MPB, fazendo uma mistureba entre batuques da percussão e guitarras distorcidas.

Logo após veio a banda de emocore X -Vértice, com seu hardcore e suas letras que falam de coisas emocionais. A banda composta por Yago, Felipe, Raphinha, Marcos e Jaeferson fizeram muitas franjas balançarem.
Em seguida, quem entrou no meio da bagaça foi a banda Volúpia, com seus três integrantes e suas músicas de rock industrial/punk/alternativo. Uma mixórdia (adoro essa palavra ^^) de ritmos que são costurados com letras que tratam de erotismo, sexo e assuntos do gênero. Aliás, a vocalista, Juliana Pessoa, concedeu a nós do Panz e Pimba uma entrevista que você verá por essas bandas em um futuro próximo ;D

Break Time

Party Time

E então entra em cena a banda Kapruk, com seu ritmo regional com batidas de samba rock. O grupo embalou a galera com uma música estilizada do senhor Chico Buarque de Holanda e fez a galerinha headbanger do BNB viajar nos seus tambores, guitarras e distorções em suas composições.

“Samba Rock também é Rock” – Capitão Óbvio

Pra trazer uma vibe massa e dizer que a planta já tá na cabeça de quem curte o som deles, veio a banda Tia Maria, disseminando seu reggae music desde 2004, com suas músicas autorais e mergulhando a platéia em letras de paz e conscientização. Iluminação massa, show massa, galera massa, vibe massa! Tudo massa!

“A planta tá na cabeça, meu irmão!”

♫ “Todos estão cegooos, alimentando-se de seus próprios egooos…” ♪

E o cover de uma das bandas mais tocadas do Brasil, que ultrapassou todas as barreiras das AMs e FMs dos elevadores, entrou em ação. O grupo Herbocinética tocou os grandes sucessos dos Raimundos, levando a galera à loucura e lotando o teatro do Centro Cultural. Showzão foda com o povo todinho pulando ao som das músicas célebres do grupo de rock nacional.

Régis Metal _\,,/

With lasers

E lá fora do teatro já havia sido feita uma fila para a próxima atração. Killer Queen subiu ao palco em clima de expectativa e fez que a espera valesse a pena. Trouxeram para o público não só os clássicos da banda inglesa, mas também toda a sua energia. Ítalo Arruda interpretou como ninguém a performance de Freddie Mercury no auge de sua carreira, tendo direito inclusive a camiseta suada e caras e bocas. Rafael “Balboa” contagiou a platéia com os solos do grande mestre Brian May nos grandes clássicos como “I Want it All” e “We Are the Champions”.


Segurança te seduz, via Buddypoke

Performance fidedigna u.u

E depois de muita curtição, azaração, bate-cabeça, e músicas que iam do emocore ao rock clássico, findou-se o segundo dia de apresentações do Rock Cordel. E findou-se também minhas forças, tô mortinho aqui. Vou indo dormir que amanhã tem mais evento pra curtir e cobrir ;D
Dia 15 de janeiro terá o terceiro dia de evento do IV Festival BNB Rock Cordel.
E o Panz e Pimba estará lá novamente!
Porque a galera vai lá tocar e panz! E a gente vai lá e…

PIMBA!

BeijosmeliguemeAmanda,euteamo,loveofmylife!

*Câmbio e dirligo*